Boa Noite, hoje é dia 17 de Novembro de 2018 - João Pessoa / Paraiba
(84) 98853-2826 Creci:4703/RN
O imóvel que você procura está aqui!
Código:
Notícias
08/10/2014
Economia
Inflação oficial em 12 meses é a maior desde outubro de 2011, diz IBGE!!!
 

Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,75%, acima do teto da meta do BC.
Alimentos pararam de cair e não ajudaram índice, segundo o instituto.

 

Depois de uma temporada de quedas, o preço dos alimentos voltou a subir e pressionou a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De agosto para setembro, o indicador acelerou de 0,25% para 0,57%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,75%, acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%. Segundo o IBGE, é o maior índice acumulado nesse período desde outubro de 2011, quando atingiu 6,97%. No ano, de janeiro a setembro, o IPCA está em 4,61%.

A expectativa do mercado financeiro para o IPCA está em 6,32% neste ano, de acordo com o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. Para 2015, a previsão dos analistas dos bancos para o IPCA ficou estável em 6,30%.

Considerando todos os grupos de despesas cujos preços são analisados pelo IBGE, o dos alimentos tiveram a maior variação. Após caírem por três meses seguidos, eles voltaram a subir, registrando alta de 0,78%, influenciados principalmente pelas carnes. O quilo do alimento subiu 3,17% em setembro.

De acordo com a coordenadora do índice de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, os preços dos alimentos, que pararam de cair no mês passado, deixaram de contribuir para a queda do indicador.

"Em setembro os alimentos pararam de cair e não contribuíram com a taxa, já que os alimentos são considerados  a maior despesa do consumidor. Nesses últimos quatro meses o resultado ficou ao redor ou acima dos 6,5%, repetindo o que aconteceu em 2013 nos meses de fevereiro, março abril e maio", disse Eulina.
 

Ainda de acordo com ela, além dos alimentos, a Copa do Mundo também vinha influenciando o indicador nos meses anteriores. "Em julho os resultados foram negativos. O preço dos alimentos caiu. Esse mês [julho] concentrou também uma queda das passagens aéreas por conta da demanda baixa nos serviços de passagem de aviação em função da Copa do Mundo. Com isso, a taxa foi para quase 0. Já em agosto, apesar dos alimentos terem se mantido em queda, houve pressão da energia elétrica e dos hotéis que continuaram subindo. Esses dois meses tiveram reflexo da Copa do Mundo", disse.

Eulina explicou que a refeição fora de casa exerceu grande pressão no aumento dos alimentos: “Rio e São Paulo têm sido muito pressionados pela refeição fora de casa. Principalmente o período de Copa do Mundo propiciou o aumento nesse setor. Além disso, o desemprego está baixo, as pessoas estão comendo fora”.
 

Segundo a coordenadora, a alta de 3,17% nas carnes sofreu efeitos da seca e do comércio exterior: “os pecuaristas argumentam que os pastos ainda estão secos em função da seca do início do ano. Isso encarece a engorda do gado. Outro fator que também vem sendo atribuído é a questão da importação. O Brasil é o principal exportador de carne. A arroba do boi vem subindo desde o começo do ano”.

Apesar dessas altas, não é possível chamar a alta dos alimentos de generalizada, diz Eulina.  “Podemos dizer que grande parte dos alimentos cresceu, mas não podemos dizer que a alta foi generalizada porque houve queda no tomate, a batata inglesa que é muito importante caiu, o feijão carioca que é muito consumido caiu, o óleo, o açúcar e outros itens importantes”.

Outros grupos
Depois dos alimentos, aparece como segunda maior pressão a alta nos preços dos transportes,  de 0,63%, depois de subir quase a metade em agosto. O resultado foi impactado pelo preços das passagens áreas que, depois de uma folga pós-Copa, voltaram a subir (17,85%).

Seguiram a mesma tendência de aumento os grupos de gastos relativos a vestuário (de -0,15% para 0,57%), comunicação (de 0,10% para 0,13%) e despesas pessoais (de 0,09% para 0,39%).

Na contramão da maioria dos grupos estão os de habitação (de 0,94% para 0,77%), artigos de residência (de 0,47% para 0,34%), saúde e cuidados pessoais (de 0,41% para 0,33%) e educação (de 0,43% para 0,18%), cujos preços foram reduzidos de agosto para setembro.

Combustível mais caro em Salvador
Na análise regional, as maiores variações do IPCA partiram de Salvador (0,99%), influenciada pelo aumento de 10,22% da gasolina e de 12,12% do etanol, e de Brasília (0,98%), pressionada pelas passagens aéreas (14,38%).

Em Goiânia, foi registrado oe menor índice, de 0,16%. Ao contrário do que ocorreu em Salvador, o preço dos combustíveis caiu 7,03%.

INPC
Nesta quarta-feira (8), o IBGE também apresentou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que variou 0,49% em setembro, depois de subir 0,18% em agosto. No ano, o indicador acumula alta de 4,62% e, em 12 meses, de 6,59%. Em setembro de 2013 o INPC havia sido 0,27%.

 
 
Fonte: g1.globo.com/
Outras Notícias
18
05
OCDE reduz previsão de crescimento do Brasil em 2014 de 2,2% para 1,8%.
[+] saiba mais
18
05
WhatsApp é retirado da loja do Windows Phone e deixa usuários apreensivos!!!
[+] saiba mais
22
06
Leitor do PagSeguro permite pagamento com celular e tablet.
[+] saiba mais
 
Voltar
INFORMAÇÕES
Inicial
Sobre Nós
Pesquisa Completa
Imóveis para Venda
Imóveis para Locação
Financiamento
Notícias
Fale Conosco


NOTÍCIAS
08 de Outubro
Inflação oficial em 12 meses é a maior desde outubro de 2011, diz IBGE!!!
22 de Junho
Leitor do PagSeguro permite pagamento com celular e tablet.
18 de Maio
WhatsApp é retirado da loja do Windows Phone e deixa usuários apreensivos!!!
18 de Maio
OCDE reduz previsão de crescimento do Brasil em 2014 de 2,2% para 1,8%.






Últimos Imóveis Cadastrados Imóveis Mais Vistos
Apartamento para Venda - Cód: 1001
Parnamirim - Nova Parnamirim
Valor:
R$ 215.000,00
Área 65,00
3 dormitórios
1 banheiros
Apartamento para Venda - Cód: 1001
Parnamirim - Nova Parnamirim
Valor:
R$ 215.000,00
Área 65,00
3 dormitórios
1 banheiros
Newsletter
Cadastre seu e-mail e receba novidades exclusivas.
Nome: 
E-mail: 
Cidade: 
7182 Repita ao lado:
NÃO ACHOU O SEU IMÓVEL?
Informe as características do imóvel que deseja.
NEGOCIE O SEU IMÓVEL CONOSCO!
Oferecemos o melhor suporte a negociação do seu imóvel.
ATENDIMENTO PERSONALIZADO
Entre em contato com a gente para que possamos ajudar.
www.juniorgoisimoveis.com

JÚNIOR GOIS Corretor de Imóveis ​

Creci:4703 / RN
(84) 98853-2826
contato@juniorgoisimoveis.com

A JÚNIOR GOIS IMOVEIS iniciou suas atividades em 2012 visando construir a sua história no mercado imobiliário de forma sólida, confiável e duradoura. Trata-se de um Escritorio Imobiliário atuante no mercado, com um histórico íntegro e de ótimas negociações. Ética profissional e transparência são imprescindíveis no mercado imobiliário. A busca pela excelência é à maneira crescimento neste mercado, sendo assim, a JÚNIOR GOIS IMOVEIS oferece para o seus clientes um atendimento personalizado, o que resulta em segurança a todos os negócios r...
(84) 98853-2826 Creci:4703/RN
contato@juniorgoisimoveis.com
08:00 AS 18:00
Site para Imobiliarias
Site para Imobiliarias